A REBELIÃO DE LÚCIFER E O QUE OCORREU NO PLANETA TERRA SEGUNDO O MÉDIUM JAN VAL ELLAM
Por Rodrigo Santana – Sexta, 31 de janeiro de 2020
Segundo o médium Jan Val Ellam uma obra será escrita por ele com a ajuda dos espíritos que o auxiliam para tratar especificamente deste assunto. Começo trazendo esta informação para termos uma ideia do quanto esta história é complexa e extensa para estarmos deduzindo-a apenas pelo pouco que se tem notícia nos livros presentes na Bíblia.
No livro: “O Drama Cósmico de Javé” no capítulo 11 – “A Via Láctea e o Quartel-General da Última Rebelião” está escrito que “ A Terra não fugiu a esse contexto tendo sido miseravelmente envolvida nessas querelas desde há cerca de 450 mil anos, se a questão for observada no contexto mais amplo, e notadamente, ao longo dos últimos vinte e cinco mil anos, no que se refere ao fato da Terra ter se transformado em “palco de horrores” para contendas algumas delas narradas em livros jamais compreendidos pela visão ocidental.
O termo “miseravelmente” aqui utilizado se refere ao fato de que o belo planeta azul foi sendo “invadido” – tanto na sua esfera física-material como nas suas componentes espirituais – por um número impressionante de fluxos de seres problemáticos cujos descuidados padrões morais de toda ordem até hoje respondem por muitos dos nossos dramas.
Aqui o autor está a se referir aos épicos hindus “Ramaiana e Mahabarata”. O problema de muitos ocidentais com estas duas obras é que fomos condicionados a pensar que elas são mitológicas e por isso não damos a devida atenção, todavia eu devo dizer por base em estudos que o que está escrito na Bíblia não é a única revelação, mas se o caro (a) leitor (a) pensa que é e só ela estuda tem o meu respeito, ela tem a sua devida importância, mas o (a) leitor (a) podem ter curiosidade sobre essas notícias em torno do que pode ter acontecido com Lúcifer e os demais espíritos no que ficou conhecido como rebelião, então vamos ao que está sendo posto. No livro: “O Drama Cósmico de Javé” no capítulo 11 – “A Via Láctea e o Quartel-General da Última Rebelião” está escrito que
“Lúcifer, dentre todos os membros daquela família cósmica, era o que mais se dedicava à pesquisa no campo específico da “percepção da Deidade” pelos seres menores em evolução”.
Sobre está citação é importante citar que segundo Jan Val Ellam existiam famílias que foram criadas antes mesmo do surgimento deste universo. Elas são: “Val, Mion, Shanlun e Yel”. Sendo que sobre a família Yel , nós temos notícia desses anjos que conhecemos com outros nomes, mas que o nome são: “Aya Fa Yel (Rafael), Aya Ma Yel (Miguel), Aya Gra Yel (Gabriel) e Yel Luzbel (Lúcifer). Aqui não vai dar para detalhar todos os aspectos da rebelião, então em vou trazer os trechos que revelam o que aconteceu com o irmão Yel Luzbel (Lúcifer) e no planeta Terra segundo o médium Jan Val Ellam.
No livro: “O Drama Cósmico de Javé” no capítulo 11 – “A Via Láctea e o Quartel-General da Última Rebelião” está escrito que Lúcifer:
“começou a se inquietar com a grande diversidade de níveis perceptivos dos seres em evolução espalhados pelas diferentes espécies do cosmos. O porquê de existir vida não-pensante (como é o caso dos animais da natureza terrestre) e esta ainda ser destruída por outras formas de vida, esse aspecto e outros mais lhe causavam inquietação mental além da conta. “Qual a função de tantas espécies que “sofriam rotas evolutivas?”; “Por que tanto sofrimento e necessidade de superação e de destruição das formas mais frágeis?”– perguntava-se Lúcifer sem que a sua mente pudesse encontrar as razões que pudessem a isso justificar. Outros aspectos também o inquietavam e para os quais não encontrava guarida nos parâmetros da ciência que lhe era comum ao psiquismo.
Assim, quanto mais estudava a respeito do assunto mais se questionava sobre a razão pela qual seres do seu nível vibratório tinham praticamente as mesmas dificuldades dos demais que lhe eram inferiores, em termos de escala evolucionista, quanto à percepção dos demais seres da hierarquia, fosse a que existia em torno do Senhor Javé, como também de uma hierarquia divina que ele julgava existir. Mais tarde, já no desdobramento dos problemas daqueles dias, Lúcifer questionaria também sobre a figura do Mítico Deus Verdadeiro, situado muito além das fronteiras da criação do Senhor Javé.
Entender o Universo com os seus muitos níveis, onde ocorriam os esforços evolutivos de muitos seres não era problema para Lúcifer. O problema era não “atentar” com as repostas satisfatórias as suas indagações. Além do que, não perceber Aquele que a tudo criou e seus Prepostos como também o próprio criador do universo em que viviam lhe eram fatores de inquietação, até porque a ele e a sua família – como as demais residentes no âmbito do sistema de Capela – somente era dado coexistir com os representantes do criador.
Aceitar que as suas poderosíssimas potencialidades mentais não podiam sequer notar a existência de certos seres de porte divino, vamos assim dizer, intermediários entre o representante do Senhor Javé e a condição em que ele próprio se encontrava, e mais ainda sobre o que se situava além das fronteiras do reino universal do criador, angustiava-lhe o íntimo. Por que tinha de ser daquela maneira? Se aqueles seres lhe eram superiores em vibração por que não se potencializavam de modo a serem percebidos por todos ou, pelo menos, por aqueles que, como ele — a seu juízo — já tinham condições para tanto?
É imperioso que recordemos que nesse ponto da história, o Senhor Javé e muitos dos seus assessores diretos residiam na “realidade paralela” já referida neste livro, não sendo diretamente percebido pelos seres residentes nos mundos deste universo, a não ser pelos muito dotados no campo da percepção espiritual e mental, o que não era o caso de Lúcifer e muito menos o de ninguém entre os membros da sua grande família cósmica.
Muitos foram os encontros promovidos pelo grupo de Lúcifer em diversas comunidades planetárias para a discussão do tema. Ao longo de certo período do tempo cósmico esse assunto foi praticamente levado a todos os conselhos locais, planetários e siderais para a necessária avaliação já que fora promovido pelos membros da família Yel que era bastante respeitada e estimada por toda a comunidade daquela associação de mundos.
Naquela altura dos acontecimentos não existia sequer o menor indício de que aquela simples e edificante discussão acadêmica viria a se transformar em rebelião ou em ocorrências do gênero. Os debates que aconteciam em todos os lugares eram tidos honestamente por aqueles que deles participavam — inclusive pelo próprio Lúcifer — como um assunto a mais a ser estudado como fator de evolução para todos.
Os próprios assessores diretos do representante do criador deste universo delas participavam fornecendo as suas opiniões além de outras versões que ali eram apresentadas, e que ofertadas pelo mais sábio dentre os presentes — o então Mestre Celestial chamado de “Sabedoria Divina (“Sofia”), visando o esclarecimento de todos.
No decurso do tempo cósmico e após inúmeras oportunidades de esclarecimento coletivo, foi percebido um problema singular em torno da pessoa de Lúcifer. Por conta da sua indevida fixação mental em torno do assunto, a atmosfera daqueles mundos “começou a reagir” às ondas mentais nervosas e repetidas da parte de Lúcifer, o que gerou uma espécie de “vírus mental” que passou a contaminar de modo indescritível para os padrões terrenos a quase todos os seres ali residentes.
Para consternação geral surgiu um problema de saúde pública, por assim dizer, jamais acontecido. E tão rápida foi a sua propagação que os seres adoentados, por força da boa moral que sempre marcou as suas atitudes e como forma de preservar os que ainda não haviam sido contaminados, resolveram se isolar numa espécie de “quarentena” até que fosse arquitetada a solução para o inusitado problema que vitimara a tantos seres.
Somente para que tenhamos uma idéia aproximada dos fatos, em termos de tempo terrestre, desde as primeiras reuniões solicitadas pela família Yel para a abordagem do tema (ocorridas há cerca de 900 mil anos) até o surgimento do tal “vírus” foram decorridos cerca de aproximadamente 200 mil anos terrestres. Assim, por volta de 700 mil anos atrás, ocorreram os primeiros movimentos de muitas levas de seres adoentados com vistas ao isolamento em mundos previamente escolhidos para os receberem.
Com o isolamento surgiu o agravamento da doença daqueles diversos bilhões de seres os quais foram perdendo a postura do que poderíamos chamar de “simplicidade” diante da existência. Depois, já afetados pelo “nervosismo” presente nos seus psiquismos passaram a exigir e a reclamar sobre uma “ajuda” que não veio porque não havia como vir para aqueles mundos agora complicados por força dos seus habitantes adoentados em alto grau.
Foi exatamente nessa altura dos acontecimentos que um problema de “saúde pública” se transformou em “questão política” quando os doentes começaram a cobrar explicações para as antigas teses apresentadas por Lúcifer, por sinal, jamais esclarecidas. Todas elas, no final das contas, tinham a ver direta ou indiretamente com a questão da doença e da incompletude do Senhor Javé, como também com as imperfeições deste universo, o que naqueles dias e naqueles mundos eram também questões desconhecidas como agora o são para os que atualmente vivem na Terra. Infelizmente, é como se o padrão histórico tivesse se repetido ao longo desses últimos 700 mil anos, apenas mudando de residência planetária e agora sem rebelião de nenhum tipo posto que estéreis do modo como elas são professadas.
O fato é que Lúcifer se viu a frente de um movimento doentio cujas teses pessoais terminaram por servir de bandeira de luta contra uma ordem estabelecida, e que era institucionalmente representada exatamente “pelo filho especial” do invisível “deus criador deste universo”. Em palavras terrenas pouco cuidadosas seria lícito dizer que o problema político havia “sobrado” para o represente do Senhor Javé – aquele a quem na Terra viríamos a conhecer mais tarde como Jesus.
Após muitas dores e constrangimentos presentes nos psiquismos envolvidos de todas as partes daquela questão, a separação definitiva se deu quando a inevitável ordem de isolamento cósmico teve que ser imposta àqueles mundos já antes em estado de “quarentena”. Esse aspecto da questão inevitavelmente ressaltou as cores do agora movimento rebelde contra o representante do “deus criador” e da Deidade – assim era visto naqueles dias – e contra tudo o mais que pudesse existir relativo em especial ao Senhor Javé, e o repito, na época considerado um “deus lendário” que, para os então rebeldes, agia em nome de uma “Deidade desconhecida” e aparentemente apartada de tudo o que estava em curso neste universo.
A história que culminou com o ajuntamento nas esferas espirituais adjacentes ao planeta Terra de toda uma gama de bilhões de individualidades espirituais combalidas e doentes advindas dos muitos conflitos travados ao longo dos exílios provenientes da rebelião. Além desses, ficaram também aprisionados os seres que aqui aportaram em suas próprias naves, cujas histórias não serão aqui narradas, até porque já foram superficialmente descritas nos livros “Reintegração Cósmica”[4] e no já citado “Carma e Compromisso”.
Assim, de todos os mundos que receberam os seres doentes no início do problema de Lúcifer, somente a Terra permaneceu isolada ao longo dos últimos 100 mil anos, fazendo convergir para este orbe a parcela mais complicada de todo esse processo histórico. Isso porque os demais mundos já haviam sido reintegrados à convivência cósmica com as parcelas das suas populações que haviam reconquistado o padrão energético de “saúde” natural à vida cósmica.
Na Terra permaneceram as individualidades que haviam perdido a capacidade de amar naturalmente o seu semelhante, aspecto que ainda hoje infelizmente é percebido ainda em boa parte dos que formam esta família planetária. Foi desse modo, portanto, que o “quartel-general” da rebelião e todos os demais seres problemáticos foram agrupados na Terra tendo, desde então, o nosso planeta se transformado numa espécie de última trincheira de uma luta onde jamais houve vitoriosos.
Além da Terra, considerado sob certa perspectiva como sendo o “último dos mundos rebeldes”, outros mundos se viram posteriormente envolvidos ao longo dos desdobramentos do problema, os quais foram por sua vez também isolados, permanecendo alguns poucos deles ainda em estado de isolamento semelhante ao do nosso planeta. Contudo, a opção do Cristo Cósmico de se “diminuir a ponto de nascer como um simples animal terráqueo”, colocou a Terra no centro do circuito de acontecimentos que envolvem um número simplesmente espantoso de civilizações que têm a ver com esses últimos problemas. Afinal, os “últimos problemas acontecidos”, em outra instância de análise, referem-se às intermináveis disputas por poder havidas entre os membros periféricos das gerações do Senhor Javé, que apenas “pegaram carona” no desenrolar da questão provocada por Lúcifer”.
PS: As palestras e o áudio de algumas obras do médium Jan Val Ellan estão disponíveis no You Tube e em formato PDF. Além disso, existe o portal: “IEEA – Instituto de Estudos Estratégicos e Alternativos” com obras e palestras que não estão no You Tube para quem desejar se aprofundar nos temas abordados pelo autor.
EU SOU Rodrigo Santana Costa e a minha missão é a divulgação do conhecimento.
Nunca vi tamanhã idiotice, sem sentido total, não conhece nada do NIRVANA, SAMADHI,, é lamentável tamanha imbecilidade.