Defensora de ‘educação baseada em Deus’ é demitida antes de assumir MEC

O nome dela não teria agradado o governo, que não permitiu sequer que ela fosse nomeada

Foto: Divulgação

O nome dela não teria agradado o governo, que não permitiu sequer que ela fosse nomeada


Por Alexandre Galvão

A educadora Iolene Lima, evangélica que assumiria o posto de número 2 do Ministério da Educação (MEC), foi demitida. De acordo com o Estadão, Iolene, antes de ser chamada para o cargo de secretária executiva, era diretora de formação da pasta. Ela também não voltará para essa função.

O nome dela não teria agradado o governo, que não permitiu sequer que ela fosse nomeada, mesmo depois de anunciada pelo ministro. Segundo fontes, o Planalto estaria buscando um nome forte para número 2 do MEC para tentar manter Vélez no cargo. Há mais de uma semana fala-se numa provável demissão do ministro, muito enfraquecido depois de disputas internas e medidas polêmicas.

Apesar de evangélica, Iolene não tinha o apoio da bancada evangélica no Congresso. Ela foi indicada para o MEC por Luiz Antonio Tozi, ex-secretário executivo, também demitido. Os dois são da mesma cidade. Antes dela, Vélez chegou a anunciar para o cargo Rubens Barreto da Silva, que também não assumiu.

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