Cientistas perseguem duas frentes de tratamento do coronavírus, mas ‘não existe droga mágica no momento’

Médicos e cientistas estão trabalhando incansavelmente para encontrar tratamentos eficazes para a doença causada pelo novo coronavírus, mas estão alertando o público a não se automedicar ou adquirir medicamentos mencionados que ainda não comprovadamente funcionam.

Foto: Departament of Public Health - Georgia

Elizabeth Weise

USA TODAY
24 de março de 2020

 


 

Médicos e cientistas estão trabalhando incansavelmente para encontrar tratamentos eficazes para a doença causada pelo novo coronavírus, mas estão alertando o público a não se automedicar ou adquirir medicamentos mencionados que ainda não comprovadamente funcionam.

Apesar dos rumores generalizados, das mídias sociais e do otimismo do presidente Donald Trump em relação à eficácia de vários medicamentos existentes, até o momento não existem tratamentos comprovados para o COVID-19, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

“Não há drogas mágicas por aí agora”, disse Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, em entrevista coletiva nesta quinta-feira.

Quando os tratamentos com COVID-19 chegarem, provavelmente cairão em duas categorias, dizem os especialistas. O primeiro terá como objetivo retardar a replicação do vírus em pacientes no início da doença. O segundo ajudará a interromper a resposta auto-inflamatória mortal nos pulmões em seu estágio crítico.

Os medicamentos divulgados pelo presidente incluem os medicamentos contra a malária cloroquina e hidroxicloroquina, o remédio antiviral experimental remdesivir e a azitromicina, um antibiótico bacteriano. No entanto, eles permanecem classificados como “terapêutica de investigação” porque não há dados suficientes para mostrar que eles são um tratamento seguro e eficaz para a doença.

Matéria na íntegra leia em inglês  (aqui)

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