Mentir para si mesmo é sempre a pior mentira

Tudo aquilo que você faz em uma encarnação é filmado pelo olho que tudo vê que está situado no meio de sua testa e estas informações são arquivadas nos registros akashicos

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“MENTIR PARA SI MESMO É SEMPRE A PIOR MENTIRA”

Tudo aquilo que você faz em uma encarnação é filmado pelo olho que tudo vê que está situado no meio de sua testa e estas informações são arquivadas nos registros akashicos que encontram-se em uma parte específica da sua coluna vertebral. Ou seja, você pode enganar o pastor ou o padre ou o guru dizendo que não vai mais fazer uma coisa e continuar fazendo, todavia é impossível enganar a si mesmo.

Não é o Deus antropomorfizado pelo homem que se encarrega de vigiar e punir aqueles que falham na missão, pois como sabiamente colocou os mestres da Escola dos Mistérios do Egito Antigo: “Deus é neutro”. Ou seja, Ele não interfere no nosso livre arbítrio. Aquele que interferiu nos rumos da raça humana foi o Demiurgo! Que é conhecido com o nome de Javé nas Escrituras e com o nome de Brahma no Hinduísmo.

Como nós somos herdeiros do nepotismo português e naturalizamos a corrupção por conta do nosso egoísmo e da nossa vã ideia de esperteza, costumamos a burlar as leis com o nosso jeitinho brasileiro para resolver tudo. Então deve passar pela cabeça de muito brasileiro que como errar é humano e como Deus é um ser misericordioso, Ele não vai nos mandar para o Inferno só por que cometemos alguns errinhos que comprometeu outras pessoas. E realmente Ele não vai fazer isso com ninguém, pois quando você desencarna é o véu do esquecimento se rompe, você mesmo que tomará consciência de que se comprometeu com as suas próprias escolhas e terá de programar uma nova encarnação para reparar estes erros.

O universo é regido por leis, contudo quem criou estas leis não aceita suborno, não permite seletividade pelo fato de alguns terem poder aquisitivo, esse nosso jeitinho não burlará a Lei de Causa e Efeito. Portanto, a única explicação para agirmos de maneira tão irresponsável  é a nossa infantilidade espiritual que nos lançará em complicadas encarnações futuras por nós mesmos termos escolhido evoluir dessa maneira.

Que aqueles que tem a honestidade como uma virtude de grande valor não se permita seduzir por propostas que passam por cima dos direitos do povo para gozar de uma imagem temporária construída por meio da improbidade administrativa, pois chegará o dia em que você verá que ter escolhido a “porta estreita” lhe livrou de uma consciência atormentada que cocriou um inferno interior durante a encarnação e ao desencarnar essa verdade se projetou no plano astral numa atmosfera umbralina de sofrimento,  de arrependimentos de todas as ordens e pedidos de clemência por anos a fio por todas as falhas cometidas.

 

“Cuidado com aquilo que você deseja”.  


Rodrigo Santana Costa é professor e escritor. Publicou a obra: “Clarecer” em verso e prosa.

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